Cusiosidades sobre Leonardo Da Vinci

Leonardo di Ser Piero da Vinci, mais conhecido como Leonardo Da Vinci, foi um dos mais bem conceituados pintores do alto renascimento. Além de um "simples" pintor, as habilidades do polímata incluíam ciência, matemática, engenharia, anatomia, arquitetura, invenções, esculturas, botânica, música e poesia. Haja talento, não é mesmo? Apesar de ser mundialmente conhecido por pinturas como Mona Lisa e A última ceia, seu nome também é reverenciado até hoje no ramo da engenharia por toda a engenhosidade que saiu da sua mente, como os protótipos de um helicóptero e de um tanque de guerra. 

Filho fora do casamento

Da Vinci nasceu em 1452 perto de Vinci, no que é hoje a região italiana da Toscana. Segundo consta, o seu pai era um notário e dono de terras chamado Messer Piero Fruosino di Antonio da Vinci. Acredita-se que sua mãe, Caterina, teria sido uma camponesa local. No entanto, alguns especialistas acreditam que Caterina era, na verdade, uma escrava de Messer Piero.

Os pais de Da Vinci nunca se casaram entre si. O jovem da Vinci viveu com sua mãe até os 5 anos de idade e mais tarde mudou-se para a casa de seu pai, que havia se casado com outra mulher.

Os diários do artista mostram que ele manteve um relacionamento um pouco distante com sua mãe ao longo de sua vida adulta, trocando cartas com ela apenas exporadicamente. Seus escritos sugerem uma conexão mais próxima com seu pai, cuja morte da Vinci lamentou profundamente.

Muitas de suas obras estão inacabadas

Da Vinci foi um pintor notoriamente lento e muitas de suas obras nunca foram terminadas. Além de abrigar o famoso (e finalizado) “Mona Lisa”, o Louvre, em Paris, é o lar de “A Virgem e o Menino com Santa Ana”, uma pintura inacabada que descreve a Virgem Maria, o bebê Jesus e mãe de Maria, Santa Ana.

Pendurado em um dos Museus do Vaticano está “São Jerônimo no Deserto”, outra pintura inacabada de da Vinci – este retratando o hermitão São Jerônimo e seu companheiro, um leão domado.

Talvez a mais intrigante de suas obras inacabadas seja “A Adoração dos Reis Magos”, que supostamente tem uma descrição do próprio jovem artista. A pintura, deixada incompleta em 1481, está na Galeria Uffizi, em Florença, na Itália, desde 1670.

Além dessas pinturas, da Vinci deixou para trás muitas invenções inacabadas. Na verdade, não há nenhuma evidência de que qualquer das invenções do artista tenham sido construídas. Da mesma forma, nenhum de seus escritos foram publicados durante sua vida.

Ele gostava de escrever ao contrário por uma razão simples

As centenas de páginas de cadernos pertencentes a Leonardo que sobreviveram ao tempo revelam um curioso hábito do artista: ele escrevia ao contrário, revertendo sua caligrafia para que só fosse legível se a página fosse vista de um espelho. Apesar de alguma suspeita de que ele estava tentando esconder algo, a verdade é que, por ser canhoto, ele podia evitar manchar ou apagar o giz com as mãos quando escrevia ao contrário. (Pesquisas recentes confirmaram o que alguns suspeitavam há muito tempo: Leonardo era ambidestro e ocasionalmente escrevia com a mão direita.)

Diário de da Vinci

Em cerca de 6 mil páginas manuscritas que permaneceram inéditas até a sua morte, há a mais fantástica coleção de invenções e soluções de engenharia já imaginadas por um único homem: esboços de helicópteros, submarinos, para-quedas, veículos e embarcações automotoras, máquinas voadoras, projetos minuciosos de tornos, máquinas perfuratrizes, turbinas, teares, máquinas hidráulicas para limpeza e dragagem de canais, canhões, metralhadoras, espingardas, bombas, carros de combate, pontes móveis.

Infância humilde

Nascido no dia 15 de abril de 1452, Leonardo Da Vinci era filho de Caterina, uma camponesa que lhe teve aos 16 anos, e Ser Piero di Antonio, um tabelião 30 anos mais velho do que sua mãe. Ao todo, o artista teve 17 irmãos, sendo 12 por parte de pai e 5 do lado materno. 

Devido a instabilidade política e econômica da época, Leonardo foi obrigado a trabalhar desde cedo. Responsável por uma parte dos lucros familiares, o rapaz constantemente era chamado para pintar obras para grandes fazendeiros. Segundo seu primeiro biógrafo, o italiano Giorgio Vasari, certo dia Leonardo foi contratado para pintar o escudo de um fazendeiro local. Para isso, ele reuniu serpentes e lagartos que serviram de modelos e inspiração.

Militante

Depois de abandonar seus patronos em Florença para começar de novo em Milão, da Vinci precisava angariar novos negócios. Sua estratégia foi congraçar-se para Ludovico Sforza, duque de Milão.

Sob Sforza, da Vinci foi contratado para criar o que teria sido o coroamento de sua carreira artística: uma estátua de bronze gigante de um cavalo. O projeto foi abandonado quando a França invadiu a Itália, na virada do século XV.

Entretanto, da Vinci tinha planejado mais para o Duque de Milão do que apenas um cavalo de batalha gigante. Após a oferecer-se para a Casa de Sforza, ele apresentou seus planos para a construção de numerosos “dispositivos de guerra”. Os cadernos de desenho de da Vinci incluem planos para canhões, máquinas de fumaça, pontes portáteis e até mesmo veículos blindados.

Como sua máquina voadora, no entanto, não há nenhuma evidência de que qualquer uma dessas máquinas de guerra foram construídas.

 

A Morte de Leonardo da Vinci, por Ingres (1818).

Leonardo morreu em Clos Lucé, em 2 de maio de 1519. Francisco havia se tornado um grande amigo; e Vasari relata que o rei segurava a cabeça de Leonardo em seus braços quando este morreu — embora a história, amada pelos franceses e retratada em pinturas românticas de artistas como Ingres e Angelica Kauffmann, possa ser mais lenda do que realidade.

 

Fonte:

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/historia-5-fatos-misteriosos-sobre-vida-intima-de-leonardo-da-vinci.phtml

 http://www.filosofia.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=698&evento=4

https://www.mensagenscomamor.com/mensagem/207074 

 

 

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